quarta-feira, 20 de abril de 2011

as vezes

"Às vezes a prudência pode ser covardia
O silêncio, culpa
O mau, bom
O bem, mal
A solidão, castigo

Nem sempre braços entrelaçados é um abraço
Bocas juntas, um beijo
O banho molhado
Sol brilhando é dia
E Lua é noite

Muitas multidões são mudas
Muitos dias escuros
E as noites claras
Os erros acertos
E acertos errados

O riso pode ser triste
A felicidade presente
A lágrima alegre
O amor fatal
E a dor imaginária"

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